São Paulo, 08 de Março de 2012



Felicidade
(Danilo Ruiz)

Secam-se as lágrimas, oriundas da dor ora sentida;
causada por outrem, atravéz da faca, afiada pelo
"amolador" da maldade egoísta e desmedida de ética.
Vá! Morra ambição; vá, junto à tristeza que agora me deixa.
Vá! Leve consigo todo o mal que causou.
Vá! Que tudo servira só para deixar-me mais forte.
Felicidade, tê-la de volta, tão bom... Tão surreal.
Nem mesmo as armas mais letais matarão o que há
em mim. Ainda que cético; sou crente no que diz
respeito a ti, a mim, a nós. Um brinde ao amor real, 
aquele que fica a cada dia mais forte e renasce a cada morte.
Vá agonia. Vá! e não volte. Pois derrotarei a ti novamente.
Com o peito leve, a alma lavada e a cabeça erquida.
Felicidade vai em vem. Mas dessa vez, vou tentar não perdê-la
de vista. O coração vence sempre o egoísmo prático da razão.
Para sempre vencerá. e dirá a cada dia: Eu te amo... 

 



Escrito por dhani às 23h57
[] [envie esta mensagem] []



São Paulo, 05 de Abril de 2010

Como era bom o tempo,onde parecia haver todo o tempo do mundo, para pensar no tempo; Tempo... Em que eu  nem mesmo conhecia a coexão...



Opalão
(Danilo Ruiz)

Sozinho em uma viagem atemporal
percebo-me envolto a um dilema interno
que não noto constantemente, ou que
infelizmente ou não,ignoro.
O que de fato ser? Razão,realidade
ou sonho? o que de fato querer?
sonho, sucesso, bola, bicicleta?
A regularidade da constância da
infelicidade, proveniente do mundo
sem sonhos, causa-me a nostalgia,
que dá-me a certeza de que tudo que
quero é não querer nada mais que um
Opala verde parando na porta de
uma casa simples em um tempo remoto,
onde eu se quer escreveria este texto,
por falta de alfabeto possuir em meu
mundo infantil e puramente imaturo.
A graça da conquista, quase sempre
utópica, por fato e definição,
ainda que em contradição à si própria,
não dá-me argumentos suficientes para sorrir.
Por que frio? Por que assim?
Por que ontem e não hoje?
Como era bom não ter.
Como era bom não saber e não ser,
não programar; e fazer!
Como era bom... Como era bom!?


Escrito por dhani às 03h28
[] [envie esta mensagem] []



São Paulo, 30 de Dezembro de 2010

    Os anos passam, mas a essência nunca mudará...

    Que as frustrações futuras, tidas como METAS, frustem-se desta vez....


Auto Retrato
(Danilo Ruiz)

Errante em busca da utopia.
Soberba misturada à simplicidade.
Alegria ofuscada pela ausência de luz
advinda da escuridão da frieza;
O certo como errado, o improvável como certeza.
Tolerante àquilo que persegue-me à facadas,
em busca da correção de outrem, que nunca ocorre.
Esperançoso pela mudança que nunca vem.
Apreciador do belo e claro, e crítico do "belo"
aos olhos dos tolos, que acham-se melhores àqueles
que julgam ignorantes. Sou aquele que chamam de
inconsequente; por saber que o amanhã é incerto
e o futuro um dia acaba...
Sou contradição à razão não empírica;
entusiasta de teorias impraticáveis;
devoto da boa vontade não viciada por dogmas.
Eu sou os meus erros...
Achando-me certo, ainda assim...



Escrito por dhani às 02h52
[] [envie esta mensagem] []



São Paulo, 17 de Dezembro de 2010

    A vida, tal como um dia de verão... Metáfora válida a brasileiros, é claro...


Verão
(Danilo Ruiz)

Às 15 horas da vida
as nuvens no céu
anunciam chuva torrencial
que vem, que passa,
renovando as águas do rio
que corre em nosso mundo próprio
ainda resta uma tarde de reflexão
e toda uma noite
para compensar o dia
ensolarado,turvo e chuvoso
A noite ainda é uma incógnita
estrelas ou mais água?
alegria ou mais mágoa?
toque de recolher, dormir cedo ou balada?
De qualquer forma,
às 5 da manhã virá o sono
Alguns resistirão mais
Mas no final todos acabarão dormindo
cedo ou tarde
e quando isso ocorrer
outros certamente estarão acordando
para um novo dia, onde
tudo seguirá exatamente igual.
Fim ou recomeço?
todo ano sempre acaba e começa no Verão...



Escrito por dhani às 03h47
[] [envie esta mensagem] []



São Paulo, 1 de Setembro de 2010

    Uma breve explanação sobre minha atual situação universitária...


 

Piso 3
(Danilo Ruiz)

Preso em meu fracasso pessoal
me sinto estranho e desinteressado
em meio ao mundo do interesse;
quero fugir para minha própria vida,
mas por medo de mim mesmo, oponho-me
a qualquer novidade que outrora era atrativa;
esta não perdera a graça, porém
o sabor indegustável do insucesso,
faz-me temer o gosto insabido do novo;
encontro-me estável em minha instabilidade;
enquanto restar-me a incerteza da certeza
que um um dia fora certa!



Escrito por dhani às 20h20
[] [envie esta mensagem] []



São Paulo, 20 de Agosto de 2010

      Era uma vez, uma fria noite de Agosto, à espera da PERSEIDS, e sem nada ver, além do vazio celeste e do vazio existencial d'alma...


Meteoro

(Danilo Ruiz)

Uma noite, frio Agosto
Não preciso procurar mais
Estão todos em um único lugar
Céu, chegam as nuvens
Tanto faz, nada pude ver
além de estrelas quase sumindo
na imensidão de um céu escuro
de cor indefinida, poluído,
sem graça, sem nada
sem sentido; quero ver os raios
do sol...Não quero esperá-lo
demora tanto, e é sempre igual
bonito,amarelo, e lá se vai a graça
similitude. Novamente!
Ouço passos, volto ao quintal
não os vejo, e mais uma vez
os quero. mesmo sabendo que
passarão rapidamente; mas é isso
que sou; inconstante, rápido;
apreciador do belo e fugaz
meteoros? não foi dessa vez!



Escrito por dhani às 02h59
[] [envie esta mensagem] []



São Paulo, 24 de Junho de 2010

  Este pequeno texto, é o esboço da apresentação do livro-diário que pretendo lançar com minha namorada, a senhora Priscila.    


Páginas Brancas
(Danilo Ruiz)

As páginas brancas
que clamam por companhia
de letras que ainda não conhece,
contarão a história que ainda
não fora vivida. Estas linhas
que intimamente esperam
que em todo seu alvo vazio,
possam preencher-se da mais tenra,
digna, e vívida felicidade.
Não querem lembrar-se mais,
de solidão, caos, brigas e tristezas,
e se o futuro for no mínimo igual
ao recente passado, teremos conseguido
o que viemos passar, como atores principais
da história de nós dois, que aqui será descrita
e que ainda, sequer conhecemos o roteiro.



Escrito por dhani às 12h31
[] [envie esta mensagem] []



São Paulo, 24 de Junho de 2010

    Raras vezes faço isso,  Mas hoje resolvi postar um dos textos do meu bom amigo, o homem médio padrão, denominado BRUNO BATISTA, que divide doses dos mais variados líquidos destilados, não só lá na São Judas, como em outros imundos lugares desse planeta São Paulo.
    Recomendo leitura atenta ao seu blog, que é um dos mais fabulosos que já li nos últimos tempos!!

    http://acasadosdevaneios.blogspot.com

Solitude
(Bruno Batista)

 
Aparvalhado. Em passos vagarosos e dançantes, sigo ligeiramente trôpego por esses caminhos empoeirados que me conduzem a um lugar qualquer. Sob as árvores secas no crepúsculo outonal, vejo apenas algumas pedras enfeitando a paisagem como se fossem expectadoras do palhaço despreparado, sem número, sem roteiro, a mercê das vaias ecoantes do destino. De algum modo, sinto que perdi a graça a que faz jus o meu cargo nesse mundo. Sinto que se esvaiu sem que eu percebesse a maquilagem colorida e alegre do meu rosto, agora úmido de lágrimas. Qualquer vestígio de um espírito alegre resta apenas no movimento dos pés, vagamente saltitantes, que ainda insistem em dançar no palco aventureiro do desconhecido.
Talvez seja mesmo um exagero egoísta estar na vida e pensar que sou um palhaço no palco, fantasiado e alegre, que contagia os outros com seu brilho próprio, como se fosse uma estrela isolada no céu. Como se não houvessem outros raios de luz que pudessem ofuscar meu espírito embevecido de amor e já fatigado de desilusão.
Sei que tudo isso pode não parecer fazer sentido para quem não provou esse pedaço da vida, esse pedaço mofado com sabor de um destino irreparável. Vão soar sempre lúgubres para estes. Minhas palavras. Todas elas carregadas de dor, que só são ditas com a voz embargada de emoção, na garganta de quem já não diz mais nada há muito tempo. Ó Senhor, livra-me de mim, pois essa sensação de negação e abandono levanta cada vez mais poeira nos meus caminhos, por onde percorro quase cego, exaustivamente, a esmo, com as mãos vermelhas da poesia a afagar-me os ombros.
E não importa quantas mil vezes eu tenha que repetir, sei que ninguém nunca irá entender, e até eu mesmo não entenderei amanhã, quando o sol já tiver nascido para secar meu rosto e endurecer meu pranto.
Então continuarei, com um falso sorriso de felicidade nos cantos da boca, fingindo que está tudo bem, caminhando a passos vagarosos na imensidão, tendo somente as pedras para assistir minha dança.

(B. Batista)


Escrito por dhani às 11h53
[] [envie esta mensagem] []



São Paulo, 07 de Março de 2010

    Separando meus cadernos para levar pro novo apartamento, achei esse texto de 26 de Maio de 2008. Época em que eu era insano e inconseqüente. Um "bom vivã" como diria meu amigo Bruno lá da faculdade.
    Porém, no "fundo d'alma" como diria meu ex amigo Ronaldo, que caíra na "palavra sacra", era eu, apenas um rebelde sem causa e amor, inspirado e viciado em meus próprios flagelos emocionais.



Versos Soltos
(Danilo Ruiz)

Frustra-me a vida que desperdicei,
todo esse tempo em que apenas pensei:
O que gostaria de ser? -até hoje não sei-
Não sei mais ser jovial, sonhador e admirável;
sou metade, um terço, talvez nada daquilo que sonhava;
porém esquecer-me dos sonhos do passado
tornou-se pior do que não os tê-los realizados.
A caneta, hoje chora lágrimas azuis.
A fumaça toma conta do ar que respiro.
No rosto não há mais sorrisos,
no momento, parado, não vejo mais sentido.
Cá estou; e mais uma vez, já sinto-me repetitivo.
Escrevo o mesmo do mesmo, com outras palavras,
talvez para disfarçar a criatividade que de mim desertou.
O barulho intenso do silêncio fora o que restou.
Cinzas, farelos, o resto do resto. Sou o que sou!


Escrito por dhani às 05h36
[] [envie esta mensagem] []



 São Paulo, 20 de Janeiro de 2010

    Ficará sempre no coração...
    E se depender de mim, este não será o fim... Não por enquanto...



Quarenta e quatro

(Danilo Ruiz)

À velocidade dos anos
que migram implacavelmente para lugar algum,
que não trazem grandes vantagens,
não conquistam aquilo que foram buscar,
quando lançaram-se em sua ferrenha cruzada;
um brinde! À saudade do que ficará para trás; que
mesmo sem valer muito faticamente,
detém grande quantidade de afinco desprendido,
suor derramado, momentos ainda vívidos na memória,
de um presente não mais tão recente, que torna-se
nada. De uma hora pra outra. Os lugares marcam;
o valor não é impessoal, não é monetário,
é sim intrínseco, pessoal e intransferível.
As conquistas que faltaram em dado lugar,
são relativas àqueles que sentem saudades da coisa comum
a dois ou mais. Lugares são apenas lugares,
assim como pessoas são apenas pessoas...
Ignóbil análise, porém o que é o ser, sem o estar
ou o corpo sem a consciência?
Cada mancha, cada mácula, cada sorriso, cada grito,
cada soco, cada qual, cada obstáculo...
Ser...Humanizar! Cada um de nós, como parte de tudo.
Mudanças são para se testar...Como apostas sem garantias!
Saudades é o que haverá agora. Para se sentir...
Bom ou mau... Caixas no caminhão e Adeus!



Escrito por dhani às 16h45
[] [envie esta mensagem] []



São Paulo, 8 de Dezembro de 2009

    Homenagem à mulher da minha vida, Priscila Hipolito.
    Que seja eterno, e que o "enquanto durar", seja perpétuo!
    Feliz aniversário (20) Pri.
   

   EU AMO VOCÊ!   


A Dança do Tempo
(Danilo Ruiz)

A dança do tempo
em seus rítimos mais diversos,
apresenta-se a cada dia mais envolvente;
trás à tona, circunstâncias distintas,
parceiros e parceiras que acham-se,
por um momento, verdadeiros "Ivanov´s"
em outros no entanto, temos vontade,
de não mais ter vontade de coisa qualquer.
O cansar do corpo, exposto à crueldade
dos anos que se passam, violentamente
velozes diante de nossos olhos, também nos faz
aprender a nova dança, que agora já não nos parece
tão vibrante quanto outrora, porém a beleza
daqueles que junto a nós a contemplam,
faz que tudo, realmente valha à pena.
A ternura da infância, as descobertas da juventude,
a maturidade e à espera pelo fim. Tudo tem seu valor,
quando encaramos a vida como um prêmio estranho,
ganhado na inexistência do corpo e da alma, em seu sentido
mais pueril e cético. Somos o que somos. O acaso personificado,
os criadores e destruidores de sonhos e felicidades.
A cada novo ano temos o hábito de felicitarmos nossa própria
contagem regressiva; mas qual mal há em fazê-lo?
Todos temos de aproveitar nosso "presente" (?), e, com isso,
fazer com que os demais tempos verbais e substantivos apreciados,
valham muito, e por que não dizer, ajudem a todos a quem se possa
ajudar; amar; sentir; encantar; fazer; ser; estar; VIVER!
Mais um ano se passou...



Escrito por dhani às 14h10
[] [envie esta mensagem] []



São Paulo, 4 de Agosto de 2009   



Seis

(Danilo Ruiz)

Uma garrafa, uma parada,
uma escada qualquer;
um dia, sem graça
uma voz, ouvida sem querer.
mal sabia que naquele momento,
aquela doce menina,
que se queixava do mundo, com raiva,
magoada, mudaria definitivamente,
minha forma de ser. Em pouco tempo,
encantou-me como nenhuma outra. Viria
caos, gritos, murros, gaviões,
desencontros, confusão, conciliação,
perdão, "Consolação", "sucão", Masp,
sem espiação, sem a tradicional e
aterradora badalação. Calor de verão,
onde a lua brilhou mais intensamente,
quase que sorrindo, corrigindo aquilo
que poderia ter sido um fiasco,
uma triste história para recordar,
um futuro que não mais existiria.
Levemente fomos caminhando...
Inseguros, orgulhosos, machucados,
carregando cada um seu próprio fardo,
suas próprias feriadas, que o mundo
provocou em nossas almas desacreditadas.
Mas a caminhada ganhou força, ganhou fé.
O ceticismo, antes motivo de orgulho,
deu lugar à crença de que tudo
daria certo enfim. Abril.
O “rolê” deu lugar ao compromisso,
à esperança! Juntos, nos tornamos imbatíveis,
inseparáveis, unha e carne; cúmplices!
O sol, o mar, submarinos, as juras,
o bar, a prata, o porco, a tala, o ar!
Tudo assim, sem sentido em versos, quando
lidos por outros, a nós faz sentido,
e a cada dia, formam mais e mais linhas
da história que começou assim, sem querer,
sem planejar-se, com tudo para dar errado.
O infinito se constrói a cada dia,
é o que costumamos dizer... e hoje,
completou-se seis meses
do eterno que conhecemos.


Escrito por dhani às 19h40
[] [envie esta mensagem] []



São Paulo, 28 de Julho de 2009


 

Um dia quando você menos espera, sua vida muda completamente. Quase sempre, os acasos são maléficos. Eventualmente uma moeda de 1 real, jogada "ao léo", seja lá o que isso signifique , pode alegrar a sua tarde, pelo simples motivo de ser algo inesperado, ainda que outrem tenha derramado uma "lágrima seca", tomado pelo orgulho vil de nunca ser aquele que perde e pela vergonha de admitir que sentira raiva por ter perdido aquilo a que dava tão pouco valor. Metáforas financeiras à parte, de vez em quando também, embora seja realmente raro, a sorte bate à porta, com força, e inesperadamente você se depara, vislumbrado, com novos ares; AR! puro, límpido, fresco, apaixonante, revolucionário; que rompe com a velha retórica triste e determinista e transforma o mundo em uma verdadeira "BOLA AZUL" e feliz, tal como um brinquedo de uma criança que brinca alegre, desconhecendo os pecados que um dia cometerá. As idas e vindas, o inesperado, a ousadia, os atos, as escolhas, certas ou erradas, eis a graça. Há dias em que os versos tristes são seus únicos amigos, em outros, um copo de cerveja ou algo assim.  Quando atordoados, perdidos em nossos próprios demônios, encontramos-nos em fuga, para um lugar ao qual nem conhecemos, podemos descobrir na falta de coerência mundana e textual, na prolixidade e no vazio do "que será de mim?", a resposta que sempre desejamos obter. Hoje não tentarei ser coerente, não tentarei fazer versos, viverei na metáfora apenas. Tudo isso apenas por ser cético demais para simplesmente resumir tudo e admitir: Que sorte estar vivendo meu presente. Eu amo você.



Escrito por dhani às 17h31
[] [envie esta mensagem] []



São Paulo, 28 de Julho de 2009

HISTÓRICO COMPLETO DE POSTS:

Tópico reservado a relembrar todos os posts já acrescidos a este blog desde sua inauguração:

    Ao clicar no link em vermelho, abrirá uma nova janela com um ou mais textos indicados no link. Alguns links, os que possuem "Post X" possuem mais de um texto por link. Recomendo leitura do texto "TEORIA DA MÚLTIPLA ESCOLHA" e "O AMOR", dois ensaios teóricos sobre temas relevantes, dos quais tenho grande estima e orgulho pessoal. Obrigado desde já pela visita.

PARA ACESSAR O ÍNDICE, CLIQUE AQUI!

Danilo Ruiz



Escrito por dhani às 16h55
[] [envie esta mensagem] []



São Paulo, 27 de Julho de 2009

    Como diria Paul McCartney:
    " And in the end, the love you take is equal to the love you make.".


Terceira pessoa do plural
(Danilo Ruiz)

Hoje meu peito, coberto do sentimento
que sempre fizera-lhe falta, encontra-se abastecido,
sentindo-se apertado apenas pela falta daquilo que lhe era
tão presente, quando não tinha o que tem agora.
Humano, social, radical, central. Não lhe falta mais afeto,
não lhe falta amor. Feliz, completo, porém saudosista;
não daquilo que lhe era pior e ludibriava a tristeza
artificialmente, mas daqueles de quem lembra-se
sem intenções secundárias. Dos gritos daqueles
que sempre o apoiaram nos momentos complicados, e que
hoje estão se afastando; ainda os ouvem, porém
de certa forma, distantes e igualmente
saudosistas, quando que a ele, veem apenas na lembrança
daquele "incoerente inconseqüente" que fora outrora
A felicidade também é difícil de se entender.



Escrito por dhani às 19h23
[] [envie esta mensagem] []



[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]





Meu perfil
BRASIL, Homem, de 20 a 25 anos, Portuguese, English, Dinheiro, Bebidas e vinhos
MSN - daniloruiz@hotmail.com



Histórico
Votação
Dê uma nota para meu blog


Outros sites
UOL - O melhor conteúdo
Fotolog : * *Memórias de Danilo Ruiz * *
Perfil do Orkut: Danilo Ruiz
Ruiz Informática Ltda